sábado, 1 de fevereiro de 2014

Amamentaçao e seus preconceitos.

Hoje quero falar sobre a tão temida "Amamentação" me lembro que antes de eu ter filhos eu dizia: quando eu for mãe vou amamentar só ate os 6 meses pois não quero aquela criança enorme pendurada nos meus seios,que tolice a minha queimei a língua bonito,logo que ele nasceu já mudei o meu conceito quando vi aquele ser tão frágil mamando em meus seios eu me derreti e disse ele vai mamar até quando ele quiser.Não tive grandes problemas com a amamentação só quando ele estava com 4 meses um dos meus seios racharam e mesmo assim com muita dor não desisti eu iria ficar muito frustrada se não conseguisse amamenta  lo pedia todos os dias pra Deus me deixar amamentar meu pequeno,pois já estava fascina por esse mundo.Muitas mulheres infelizmente não muda seu conceito como eu mudei simplesmente não amamenta por preguiça,impaciência, preconceito,ou porque o peito vai ficar feio e vai cair porque dizem ter pouco leite sendo que nem colocou o bebê pra estimular como deve ou até mesmo porque dizem ficar escravas do bebê.Enquanto essas "mães" não querem amamentar e inventam desculpas tantas outras que querem amamentar  não podem de verdade,acho isso muito injusto. Sou muito a favor a amamentação ate quando mãe e bebê quiserem admiro aquelas mamães que trabalham fora que é obrigada a darem o leite artificial mais ainda sim sempre que podem deixam os seus bebê mamarem. Graças a Deus tenho muito leite ele ate fica bravo quando sai muito,e o único problema que tenho hoje  é com o excesso de leite. 

Infelizmente, dizem os especialistas, a maior parte das mães que desistem de amamentar toma a decisão por razões estranhas à medicina ou ao mundo dos negócios. "Percebo logo quando estou diante de uma mamãe que dá desculpas técnicas, mas na verdade se cansou de amamentar", diz o pediatra Gláucio José Granja de Abreu. "Lamentavelmente, temo que seja a maioria." Um dos motivos mais freqüentes para a interrupção, na opinião dos especialistas, entre os quais o doutor Gláucio, é que a amamentação se equipara à gravidez em termos de complexidade. A diferença, ponderam, é que a gravidez incomoda, cansa, mas a mulher pode ir ao bar beber com os amigos, pode dançar e não precisa se preocupar com a hora de voltar para casa. A barriga vira uma característica física temporária. Apenas na fase final, nos dois ou três últimos meses, é que o cansaço mais forte aparece. É completamente diferente com a amamentação. São seis meses em que a mulher precisa adotar um estilo de vida novo. Nesse período, o bebê tem direito a mamadas em intervalos que variam de duas horas e meia a quatro horas. Não há tempo para a vida a dois nem para os amigos. A tarefa exige dedicação, paciência e tranqüilidade. Nem todas as mulheres estão dispostas a pagar o preço. 

DIGAM NÃO AO PRECONCEITO AMAMENTAR É UM ATO DE AMOR SAÚDE E AINDA AUMENTA O VINCULO MÃE E FILHO.

Leia também essa matéria que é muito incessante:http://bebe.abril.com.br/materia/amamentacao-prolongada

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